sexta-feira, 30 de julho de 2010

Sachs e Marcos Sá Corrêa

Dois artigos hoje realmente muito interessantes. Um no Valor Econômico, do sempre clássico, Jeffrey D. Sachs. Tratando sobre meio ambiente, trata do impasse na questão do clima.
O outro é do colega Marcos Sá Corrêa, Editor de O Eco, publicado no Estadão. Alerta para o que está acontecendo neste momento no Parque Nacional do Iguaçu.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Lançamentos de livros


















Luciana Rosa lançou no último domingo, na Travessa, "O planeta está com febre" (infantil). Vejam foto do evento, que foi muito concorrido.

No próximo dia 3 de agosto, terça-feira, será a vez de outro amigo, também muito bom nas letras, Altamir Tojal, lançar "O oásis azul do Méier", de contos. Também na Travessa, mas a filial do Shopping Leblon. A partir de 19h.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Três leituras essenciais
















É sempre bom começar o dia lendo alguns dos principais jornais. Cada um com seu destaque. Como sabemos que a corrida é imensa, vamos, de vez em quando, destacar neste espaço matéria que valem ser conferidas. E pode ser a qualquer hora.

Começamos pelo belo material da coleguinha Ramona Ordoñez, de O Globo. Uma das principais especialistas em petróleo, ela conta que agora o País criou um plano para acidentes gravíssimos como aquele do Golfo do México. Já de olho na exploração do pré-sal, que, como você sabe, é em águas muito mais profundas do que a exploração atual. Bom, antes tarde do que nunca...

Outra leitura que recomendamos é a do Correio Braziliense. Fernando Braga entrevistou o presidente da Novozymes, empresa dinamarquesa de desenvolvimento de biotecnologia, Steen Riisgaard. Ele esteve no Brasil na semana passadda para promover o uso de fontes renováveis e projetos de bioenergia. O executivo dinamarquês alertou que "os investimentos mundiais em energias renováveis não estão sendo feitos nos volumes que deveriam". Palavra de especialista.

E, por último, mas não menos importante, como dizem os britânicos, uma entrevista no Valor Econômico com o diretor de Meio Ambiente do Grupo EBX, de Eike Batista. A matéria não está assinada. Paulo Monteiro afirma: "não nos instalamos onde não somos bem-vindos". E fala também sobre licenciamento ambiental e Justiça. Bom, a julgar pelos embates que o Grupo EBX tem enfrentado em diferentes frentes na área ambiental, deve ser grande a lista de quem tem restrições.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Boa notícia


A boa notícia é que, à medida que cresce a escolaridade dos brasileiros, aumenta também o número de leitores. No entanto, a última pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, organizada por Galeno Amorim e publicada em 2008 pela Imprensa Oficial: Instituto Pró-livro, aponta que a leitura cultural ainda é muito pequena. Dos 4,7 livros lidos per capta/ano no país, 3,4 são indicados pela escola, ou seja, apenas 1,3 não têm essa origem. O problema é que tanto a escola quanto a universidade preparam mão de obra para o mercado e, na maioria das vezes, exigem apenas a leitura de livros didáticos.



O estudo revela que os números são bem melhores. Em 2000 eram 26 milhões de leitores e uma média de 1,8 livro lido/ano. Em 2007, o número subiu para 66,5 milhões de leitores e 3,7 livros lido/ano. O Brasil vem reduzindo a taxa de analfabetismo nas últimas décadas. Hoje, 9% da população com 15 anos ou mais é analfabeta absoluta. De acordo com a pesquisa, 95 milhões de brasileiros lêm, enquanto 77 milhões não têm esse hábito. O Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) aponta que 67% dos brasileiros têm interesse na leitura, mas o número de livros comprados ainda é pequeno: 1,2 habitante/ano.



Até bem pouco tempo, cerca de mil municípios brasileiros não tinham biblioteca e, em muitas cidades ainda não existem livrarias. E o mercado editorial vem crescendo à medida que o acesso à leitura, a diminuição do analfabetismo e o crescimento do poder de compra da população, aumentam. Segundo dados do SNEL – Sindicato Nacional das Editoras de Livros, também de 2008, as editoras de obras gerais venderam 63,5 milhões de exemplares.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Quem não gosta de samba......















Pois então. Como ninguém tá doente do pé, nem é ruim da cabeça, como eternizou em famoso samba o inesquecível Dorival Caymmi, aí vai uma ótima pedida.

Tânia Malheiros é jornalista das boas. Especialista em energia nuclear e todo tipo de matéria que requeira uma boa investigação. Hoje em dia é assessora de imprensa, com carreira premiada como coleguinha de redação.

Apesar do Jornalismo, sempre gostou de samba. E quem não gosta, não é? Pois então, resolveu também mergulhar de cabeça no sonho e passou a ser também cantora nos fins de semana. Profissional. Uma voz linda!

Quem quiser conferir, vai aí o convite para o próximo show de Tânia. Na Lapa, dias 22 e 29 de julho (quintas), no Niño de Artes Luiz Mendonça, às 20h. O ingresso custa R$ 15 e os músicos também são de primeira: Rafael Lobo, Buzunga, Leandro Samurai e Wellington Moreira. "O samba da minha terra deixa a gente mole.....quando se samba todo mundo bole...."

p.s. Tive a felicidade de assistir dois shows do Dori. Um com os filhos todos. De arrepiar!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Blog de artesanato


Confira o novo blog da dublê de jornalista e criativa artesã Aline Sá.

Já é criativo pelo nome: Artesanato d`Lynn.

As peças são super interessantes.

Como esta peça da foto: do fundo do mar diretamente para embelezar o seu braço. Pulseira com estrelas - somente na cor verde - feita com fio de nylon em perfeito acabamento, que cai bem para qualquer idade. Preço: R$12,00.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

A opinião do vice da Marina


Vale conferir hoje a entrevista no Valor Econômico de Guilherme Leal, um dos fundadores da Natura, hoje vice na chapa de Marina Silva à Presidência da República.

Para quem não o conhece, Guilherme Leal é um empresário de sucesso, sempre muito discreto e um interlocutor permanente na defesa da Sustentabilidade e do Crescimento Sustentado.

Ele voltou a criticar a falta de transparência do BNDES, como o fez, recentemente, em uma outra entrevista, também no Valor.

Algumas das afirmações dele nesta entrevista:

"Temos limitação na sustentação do crescimento de longo prazo a taxas mais vigorosas por uma baixa capacidade de investimento. de apenas 1,5% do PIB. Temos uma baixa taxa de poupança interna que se deve à apropriação muito grande pelo Estado, pela alta carga tributária. E sabemos que poucos países dependentes apenas de capital externo tiveram crescimento de médio e longo prazos sustentados. Temos que reduzir gastos. Crescer gasto público a taxa menor que o PIB abriria espaço para a redução dos juros, o que ajudaria a aumentar o investimento privado e a diminuir a pressão sobre câmbio. Agora, pisar no acelerador no gasto público e no freio na política monetária tem consequências sobre a dívida interna e o custo do investimento. Essa é a situação hoje. Tem que ter uma política fiscal mais inteligente, buscar eficiência no gasto para não ter uma política monetária restritiva."

"O BNDES deve ajudar a indústria nacional, o setor produtivo nacional precisa ser fortalecido para ser competitivo. O país não pode se desenvolver se não tiver acesso a fontes de financiamento de longo prazo. Agora, se deve ser subsidiado sem conhecimento, com uso de recursos públicos sem transparência, aí já tenho dúvidas. Sou a favor de uma indústria brasileira forte. Agora, a existência de subsídios para serem alocados ao setor X, Y ou Z sem transparência, acho que a sociedade deve decidir."